O que são fontes de ignição?

A decorrência de um incêndio ou uma explosão é a consequência da união de um ou mais elementos inflamáveis, conhecido como fonte de ignição. 

A fonte de ignição é nada mais nada menos que a causa do incêndio ou o “start” que provoca a explosão. Em outras palavras, é o agente de origem eletrostática, mecânica, térmica etc, que dá início ao processo de combustão, fornecendo ao material/líquido inflamável a energia mínima necessária para a incidência da chama.

As fontes de ignição podem ser as mais variadas possíveis, desde uma bituca de cigarro à um componente químico armazenado além de sua vida útil, entre eles, as fontes mais comuns, são: chamas, superfícies aquecidas, fagulhas, centelhas, eletricidade estática, arcos elétricos (raios), maçarico, metal incandescente de uma ferramenta de corte e desbaste, entre outros.

Como evitar?

Para prevenir esse tipo de eventualidade é indispensável a realização do projeto de controle de fontes de ignição, onde deve ser feito a classificação das áreas, limitando os locais onde há armazenam de materiais, líquidos ou liberação de pós inflamáveis e, através desse estudo, projetar e prever a instalação de equipamentos que não produzam ou liberem as fontes causadoras de um processo inflamatório.

Para a classificação dessas áreas, é necessário elaborar uma análise de risco detalhada de cada local onde o risco é existente, identificando os possíveis pontos que possam ocorrer a liberação de uma fonte de ignição, avaliando a frequência da ocorrência e a duração da exposição. 

Para isso, é necessário conhecer a temperatura de ignição das substâncias combustíveis presentes nas áreas classificadas. A máxima temperatura de tais objetos não deverá atingir ou exceder a temperatura de ignição das substâncias presentes naquele ambiente.

Por isso, é de extrema importância a definição do ambiente e do produto, como:

Pressão de vapor do produto, ponto de fulgor, temperatura, limite de inflamabilidade, velocidade do vento, identificação de obstáculos, rugosidade do terreno, altura da liberação, conhecimento das características da matéria inflamável, entre outros.  Através dessa análise, deverá ser proposto soluções como:

  • Aterramento e equipotencialização garantida, evitando eletricidade estática;
  • Sinalização em campo;
  • Isolamento correto de ambientes confinados, externos ou compartimentados;
  • Acesso restrito a pessoal treinado;
  • Especificação de equipamento apropriado e certificado;
  • Redução de velocidade de eixos mecânicos.
  • Ventilação adequada para evitar o acúmulo de gases e vapores;

O projeto de controle de ignição deverá ser feito por um profissional/empresa especializado(a), para que o mesmo seja dimensionado e elaborado com estudo preliminar e um gerenciamento de risco apropriado de acordo com as normas vigentes que atenda as necessidades do ambiente. 

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