Sistema de Detecção e Alarme sistema de detecção e alarme

Sistema de Detecção e Alarme

Os Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio são compostos de alguns elementos básicos:

  • CENTRAL DE ALARME E DETECÇÃO;

  • DETECTORES;
  • ACIONADORES MANUAIS;
  • SINALIZADORES;
  • MÓDULO DE ENTRADA E SAÍDA.

CENTRAIS DE ALARME E DETECÇÃO

A central de alarme é responsável por coletar a informação de estado dos detectores e, em caso de verificar uma situação de alarme, ativar os sinalizadores.

As centrais de alarme classificam-se em endereçadas ou convencionais.

CENTRAIS DE ALARME ENDEREÇAVEL

As centrais endereçadas permitem identificar cada elemento individualmente e desta forma, o local exato de um eventual alarme. Os dispositivos de campo comunicam-se com a central através de um protocolo de comunicação o qual, além da informação de alarme ou falha, pode ainda indicar outros parâmetros como grau de contaminação (detector sujo) ou ainda receber comandos como o ajuste do nível de sensibilidade.

Em função do grau de inteligência dos detectores e do próprio painel, a central de alarme endereçada pode ainda ser classificada como “Analógica” ou “Inteligente”, na medida que fornece mais informações a respeito de seu funcionamento e permite uma gama maior de configurações. Esta inteligência a torna mais adaptável às condições de cada ambiente.

CENTRAIS DE ALARME CONVENCIONAL

As centrais convencionais são mais simples e indicadas para ambientes menores ou com menos compartimentação. Estas centrais identificam zonas alarmadas, sendo cada zona composta por um ou mais detectores, limitado ao máximo indicado pela norma nacional ou pelo fabricante (o menor valor prevalece). São mais simples e de menor custo, porém menos precisas na indicação do local exato da ocorrência, tendo em vista que sinalizam a área total composta pelo conjunto de detectores conectados à mesma zona.

CIRCUITO DE LIGAÇÃO

  • CIRCUITO CLASSE A

Todo circuito supervisionado com fiação de retorno à central, partindo do último equipamento. Assim, uma eventual interrupção em qualquer ponto não causa paralisação parcial ou total do seu funcionamento. Tem formato de anel.

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  • CIRCUITO CLASSE B

Circuito supervisionado sem fiação de retorno à central. Assim, uma eventual interrupção causaria paralisação parcial ou total do funcionamento.

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DETECTORES

Como parte de um sistema de segurança eficiente, capaz de controlar e até extinguir o foco de um incêndio, o detector de fumaça desempenha papel fundamental nesse processo, haja vista sua função de acionar os demais dispositivos de combate, que dificultam a propagação do fogo e minimizam as chances de acidentes de grande proporção, viabilizando a rápida evacuação do local.

TIPOS DE SISTEMAS DE DETECÇÃO

SISTEMA DE DETECÇÃO CONVENCIONAL

Sistema composto por um ou mais circuitos de detecção. Cada circuito de detecção é instalado em uma determinada zona ou área protegida. Quando atuado um dispositivo de detecção, a central identifica somente a área protegida pelo circuito de detecção onde o dispositivo está instalado. Este sistema não permite o ajuste do nível de alarme dos dispositivos de detecção via central de alarme.

 SISTEMA DE DETECÇÃO ENDEREÇÁVEL

Sistema composto por um ou mais circuitos de detecção. Cada dispositivo de detecção recebe um endereço que permite à central identificá-lo individualmente. Quando atuado um dispositivo de detecção, a central identifica a área protegida e o dispositivo em alarme. Este sistema não permite o ajuste do nível de alarme dos dispositivos de detecção via central.

SISTEMA DE DETECÇÃO ANALÓGICO

Sistema de detecção endereçável no qual a central monitora continuamente os valores (temperatura e fumaça) dos dispositivos de detecção, comparando-os com os previamente definidos para aquela instalação e permite o ajuste do nível de alarme dos dispositivos de detecção via central.

SISTEMA DE DETECÇÃO ALGORÍTMICO

Sistema de detecção analógico no qual os detectores possuem um ou mais critérios de avaliação de medições do ambiente em função do tempo, cujos sinais são comparados por um circuito de lógica pré-programada para ativar o alarme. Os detectores monitoram continuamente os valores de seus elementos sensores (por exemplo, temperatura, fumaça), são capazes de realizar tomadas de decisões e de se comunicar com a central, informando seu estado de alarme, pré-alarme e/ou falha, entre outros.

SISTEMA DE DETECÇÃO POR ASPIRAÇÃO

Detector destinado a atuar quando produtos da combustão, que ocorrem em sua área de atuação, são levados através de rede de tubos e sucção de ar ao seu dispositivo de detecção.

TIPOS DE DETECTORES 

DETECTOR PONTUAL DE FUMAÇA

Fazendo parte dos mecanismos de rápida detecção em focos de incêndio, o detector óptico de fumaça é um equipamento mais atual que trabalha com tecnologia de ponta através de um sistema inovador de verificação e acionamento, direcionando rapidamente a informação e evitando o alastramento das chamas.

Com uso tanto em ambientes de grande porte quanto em locais pontuais, o detector óptico de fumaça já é conceituado e utilizado em diversos sistemas contra incêndio, garantindo segurança e controle para o cliente.

São detectores de incêndio utilizados para monitorar basicamente todos os tipos de ambientes contendo materiais, cuja característica no início da combustão é a geração de fumaça.

Os detectores pontuais de fumaça mais utilizados são dos tipos óptico (fotoelétrico) e iônico.

Instalado estrategicamente nas áreas a serem protegidas, o detector de fumaça identifica a presença tanto de fumaça quanto de calor e, por estar interligado com a central de incêndio, emite a sinalização para acionar os demais periféricos de combate ao incêndio, como alarmes e sprinklers.

Nesse sentido, o detector de fumaça pode fazer parte:

  • de um sistema convencional, cujo detector de fumaça realiza a sinalização por área ou setor;
  • de um sistema analógico endereçável, geralmente utilizado em grandes áreas, no qual o detector de fumaça emite sinais do local exato do incêndio, sendo possível configurar o nível de sensibilidade;
  • de um sistema endereçável, em que o detector de fumaça é programado com um endereço conforme a área de instalação do local a ser protegido;
  • de um sistema de detecção de incêndio por gás, tanto convencional quanto analógico ou endereçável, cujo funcionamento só ocorre quando dois ou mais detectores de uma mesma área são acionados para a descarga de gás.

Por se tratar de um equipamento de segurança, o detector de fumaça deve ser desenvolvido em conformidade com as diretrizes das principais normas regulamentadoras do setor, que atestam seu efetivo desempenho.

MÉTODOS DE ATUAÇÃO E GARANTIAS PELO DETECTOR ÓPTICO DE FUMAÇA

Diferentemente de sensores por temperatura, o detector óptico de fumaça estabelece verificação através de fumaça visível. Isso é possível por seu trabalho com leds e sistemas de dispersão de luz instalados em seu interior, que, ao emitir raios infravermelhos, detecta a fumaça assim que ela adentrar ao equipamento e aciona um mecanismo receptor que, ao ser induzido a parar essa transmissão óptica, ativa alarmes e direciona o aviso para a central de controle.

Com esse funcionamento, o detector óptico de fumaça é recomendado para locais de maior circulação de pessoas ou que apresentam maiores riscos, porém, seu uso já é consolidado em diversos ambiente e pode atuar em conjunto com outros sistemas de detecção.

Além disso, o detector óptico de fumaça pode ser utilizada tanto em sistemas tradicionais de detecção quanto em meios endereçáveis, pontuando com precisão o foco do incidente.

VANTAGENS OFERECIDAS PELO DETECTOR ÓPTICO DE FUMAÇA

A partir desse funcionamento, o detector óptico de fumaça permite maior agilidade de constatação, consequentemente gerando um tempo de reação menor e chances amplas de eliminar as chamas.

O detector óptico de fumaça também é considerado um equipamento de qualidade com muita precisão, eliminando necessidades de manutenções recorrentes e garantindo praticidade aos controladores.

DETECTOR DE FUMAÇA CONVENCIONAL

O detector de fumaça convencional é um dispositivo de segurança contra incêndio, sendo acionada quando detecta fumaça e calor por entre seus sensores. Tem alta tecnologia eletrônica, conforme as normas técnicas exigem, e por isso é muito eficiente, confiável e traz facilidades ao proprietário ao associar novos dispositivos ou sensores e agiliza serviços de manutenções devido a alta tecnologia de seu sistema.

A instalação do detector de fumaça convencional é fácil e simples de se realizar, pois este dispositivo não possui restrições à inversão de polaridade. Sua instalação deve ser feita levando em consideração o espaço para a viabilidade dos serviços de manutenção, permitindo livre acesso para a operação de conserto.

DETECTOR DE FUMAÇA CONVENCIONAL – VANTAGENS

No detector de fumaça convencional são postas câmeras de tecnologia óptica que funcionam como um sensor óptico capaz de identificar partículas de fumaça vindas de uma ampla e variada gama de fontes de combustão. Assim, mesmo os incêndios de pequenas proporções podem ser logo de início, detectados evitando dessa maneira que haja propagação das chamas.

A vantagem principal é a segurança de eficiência, uma vez que um detector de fumaça convencional, antes de ser vendido, é submetido a uma bateria de testes comprobatórios como o teste UV, teste de pressão do acrílico, câmera climática e teste de corrente em stand by.

Utilizando um bom detector de fumaça convencional o cliente pode evitar perdas econômicas na queima de seu patrimônio assim como pode salvar as vidas das pessoas que transitam por sua edificação. Por isso é indispensável o detector de fumaça convencional para sistemas eficientes de combate ao incêndio.

DETECTOR TÉRMICO

São utilizados para monitorar ambientes com presença de materiais, cuja característica no início da combustão é gerar muito calor e pouca fumaça. Também são indicados para ambientes com vapor, gases ou muitas partículas em suspensão, onde os detectores de fumaça estão sujeitos a alarmes indesejáveis.

TIPOS DE DETECTORES PONTUAIS DE TEMPERATURA


TEMPERATURA FIXA:

Instalados em ambientes onde, ao se atingir uma determinada temperatura no sensor, indique seguramente um princípio de incêndio;

TERMOVELOCIMÉTRICO:

Instalados em ambientes cuja rapidez na elevação da temperatura no sensor, indique seguramente um princípio de incêndio.

DETECTORES DE CHAMAS:

São instalados em ambientes onde se deseja detectar o surgimento de uma chama. Sua instalação deve ser executada de forma que seu campo de visão não seja impedido por obstáculos, para assegurar a detecção do foco de incêndio na área por ele protegida. Os detectores de chama devem cobrir a área protegida de forma que não haja pontos encobertos onde uma possível chama possa ser gerada.


RECOMENDADOS NAS SEGUINTES APLICAÇÕES:

  1. a) áreas onde uma chama possa ocorrer rapidamente, tais como hangares, áreas de produção petroquímica, áreas de armazenagem e transferência de materiais inflamáveis, instalações de gás combustível, cabines de pintura ou áreas com solventes inflamáveis;
  2. b) áreas abertas ou semi-abertas onde ventos podem dissipar a fumaça e calor, impedindo a ação dos detectores de fumaça e temperatura.

DETECTORES LINEAR DE TEMPERATURA

Detector utilizado para aplicações localizadas, devendo ser instalado próximo ou em contato direto com o material a ser protegido. O detector linear de temperatura é normalmente utilizado em bandejas de cabos, esteiras rolantes e similares. Para definir comprimento máximo, flexibilidade, resistência mecânica, raio-limite da área de cobertura e características físicas do cabo, deve-se consultar o fabricante.

DETECTOR DE FUMAÇA POR AMOSTRAGEM DE AR

Detector de fumaça por amostragem de ar é composto por um dispositivo detector e uma rede de tubos para amostragem de ar.

O detector por amostragem de ar opera de forma ativa, aspirando o ar do ambiente, através de uma tubulação calculada, e fazendo-o passar pela câmara do dispositivo detector. É considerado um detector de alta sensibilidade.

Pela sua arquitetura e sensibilidade, este detector é recomendado para ambientes especiais, com as seguintes características:

  • locais com grande interferência eletromagnética ou de radiofreqüência, desde que o dispositivo detector seja instalado fora do local da interferência;
  • locais onde existam equipamentos ou processos sensíveis à contaminação por fumaça;
  • locais onde é desejado ter um aviso de incêndio em estágio precoce.

Esse tipo de detector torna-se ainda mais eficiente quando monitorado por uma equipe treinada, de forma a realizar uma verificação imediata do local e tomar as providências apropriadas ao estágio em questão, conforme a seguir:

  1. a) detectores por amostragem de ar devem emitir um sinal de falha caso o fluxo de ar saia da faixa definida na especificação documentada do fabricante. Os pontos de amostragem e o filtro de ar, se utilizado, devem ser mantidos limpos conforme instruções documentadas do fabricante;
  2. b) o detector por amostragem de ar deve ser capaz de distinguir partículas de poeira das de fumaça, através de filtro de ar ou circuito eletrônico discriminador de tamanho de partícula;
  3. c) o detector por amostragem de ar deve possuir meios de monitoração do ar ambiente, cujas informações são importantes para programar os níveis de alerta e alarmes;
  4. d) quanto à alimentação elétrica, os detectores por amostragem de ar devem ser alimentados em 24 Vcc, pela fonte da central ou fonte auxiliar.

DETECTORES

Como parte de um sistema de segurança eficiente, capaz de controlar e até extinguir o foco de um incêndio, o detector de fumaça desempenha papel fundamental nesse processo, haja vista sua função de acionar os demais dispositivos de combate, que dificultam a propagação do fogo e minimizam as chances de acidentes de grande proporção, viabilizando a rápida evacuação do local.

TIPOS DE SISTEMAS DE DETECÇÃO

SISTEMA DE DETECÇÃO CONVENCIONAL

Sistema composto por um ou mais circuitos de detecção. Cada circuito de detecção é instalado em uma determinada zona ou área protegida. Quando atuado um dispositivo de detecção, a central identifica somente a área protegida pelo circuito de detecção onde o dispositivo está instalado. Este sistema não permite o ajuste do nível de alarme dos dispositivos de detecção via central de alarme.

SISTEMA DE DETECÇÃO ENDEREÇÁVEL

Sistema composto por um ou mais circuitos de detecção. Cada dispositivo de detecção recebe um endereço que permite à central identificá-lo individualmente. Quando atuado um dispositivo de detecção, a central identifica a área protegida e o dispositivo em alarme. Este sistema não permite o ajuste do nível de alarme dos dispositivos de detecção via central.

SISTEMA DE DETECÇÃO ANALÓGICO

Sistema de detecção endereçável no qual a central monitora continuamente os valores (temperatura e fumaça) dos dispositivos de detecção, comparando-os com os previamente definidos para aquela instalação e permite o ajuste do nível de alarme dos dispositivos de detecção via central.

SISTEMA DE DETECÇÃO ALGORÍTMICO

Sistema de detecção analógico no qual os detectores possuem um ou mais critérios de avaliação de medições do ambiente em função do tempo, cujos sinais são comparados por um circuito de lógica pré-programada para ativar o alarme. Os detectores monitoram continuamente os valores de seus elementos sensores (por exemplo, temperatura, fumaça), são capazes de realizar tomadas de decisões e de se comunicar com a central, informando seu estado de alarme, pré-alarme e/ou falha, entre outros.

SISTEMA DE DETECÇÃO POR ASPIRAÇÃO

Detector destinado a atuar quando produtos da combustão, que ocorrem em sua área de atuação, são levados através de rede de tubos e sucção de ar ao seu dispositivo de detecção.

TIPOS DE DETECTORES

DETECTOR PONTUAL DE FUMAÇA

Fazendo parte dos mecanismos de rápida detecção em focos de incêndio, o detector óptico de fumaça é um equipamento mais atual que trabalha com tecnologia de ponta através de um sistema inovador de verificação e acionamento, direcionando rapidamente a informação e evitando o alastramento das chamas.

Com uso tanto em ambientes de grande porte quanto em locais pontuais, o detector óptico de fumaça já é conceituado e utilizado em diversos sistemas contra incêndio, garantindo segurança e controle para o cliente.

São detectores de incêndio utilizados para monitorar basicamente todos os tipos de ambientes contendo materiais, cuja característica no início da combustão é a geração de fumaça.

Os detectores pontuais de fumaça mais utilizados são dos tipos óptico (fotoelétrico) e iônico.

Instalado estrategicamente nas áreas a serem protegidas, o detector de fumaça identifica a presença tanto de fumaça quanto de calor e, por estar interligado com a central de incêndio, emite a sinalização para acionar os demais periféricos de combate ao incêndio, como alarmes e sprinklers.

Nesse sentido, o detector de fumaça pode fazer parte:

  • de um sistema convencional, cujo detector de fumaça realiza a sinalização por área ou setor;
  • de um sistema analógico endereçável, geralmente utilizado em grandes áreas, no qual o detector de fumaça emite sinais do local exato do incêndio, sendo possível configurar o nível de sensibilidade;
  • de um sistema endereçável, em que o detector de fumaça é programado com um endereço conforme a área de instalação do local a ser protegido;
  • de um sistema de detecção de incêndio por gás, tanto convencional quanto analógico ou endereçável, cujo funcionamento só ocorre quando dois ou mais detectores de uma mesma área são acionados para a descarga de gás.

Por se tratar de um equipamento de segurança, o detector de fumaça deve ser desenvolvido em conformidade com as diretrizes das principais normas regulamentadoras do setor, que atestam seu efetivo desempenho.

MÉTODOS DE ATUAÇÃO E GARANTIAS PELO DETECTOR ÓPTICO DE FUMAÇA

Diferentemente de sensores por temperatura, o detector óptico de fumaça estabelece verificação através de fumaça visível. Isso é possível por seu trabalho com leds e sistemas de dispersão de luz instalados em seu interior, que, ao emitir raios infravermelhos, detecta a fumaça assim que ela adentrar ao equipamento e aciona um mecanismo receptor que, ao ser induzido a parar essa transmissão óptica, ativa alarmes e direciona o aviso para a central de controle.

Com esse funcionamento, o detector óptico de fumaça é recomendado para locais de maior circulação de pessoas ou que apresentam maiores riscos, porém, seu uso já é consolidado em diversos ambiente e pode atuar em conjunto com outros sistemas de detecção.

Além disso, o detector óptico de fumaça pode ser utilizada tanto em sistemas tradicionais de detecção quanto em meios endereçáveis, pontuando com precisão o foco do incidente.

VANTAGENS OFERECIDAS PELO DETECTOR ÓPTICO DE FUMAÇA

A partir desse funcionamento, o detector óptico de fumaça permite maior agilidade de constatação, consequentemente gerando um tempo de reação menor e chances amplas de eliminar as chamas.

O detector óptico de fumaça também é considerado um equipamento de qualidade com muita precisão, eliminando necessidades de manutenções recorrentes e garantindo praticidade aos controladores.

DETECTOR DE FUMAÇA CONVENCIONAL

O detector de fumaça convencional é um dispositivo de segurança contra incêndio, sendo acionada quando detecta fumaça e calor por entre seus sensores. Tem alta tecnologia eletrônica, conforme as normas técnicas exigem, e por isso é muito eficiente, confiável e traz facilidades ao proprietário ao associar novos dispositivos ou sensores e agiliza serviços de manutenções devido a alta tecnologia de seu sistema.

A instalação do detector de fumaça convencional é fácil e simples de se realizar, pois este dispositivo não possui restrições à inversão de polaridade. Sua instalação deve ser feita levando em consideração o espaço para a viabilidade dos serviços de manutenção, permitindo livre acesso para a operação de conserto.

DETECTOR DE FUMAÇA CONVENCIONAL – VANTAGENS

No detector de fumaça convencional são postas câmeras de tecnologia óptica que funcionam como um sensor óptico capaz de identificar partículas de fumaça vindas de uma ampla e variada gama de fontes de combustão. Assim, mesmo os incêndios de pequenas proporções podem ser logo de início, detectados evitando dessa maneira que haja propagação das chamas.

A vantagem principal é a segurança de eficiência, uma vez que um detector de fumaça convencional, antes de ser vendido, é submetido a uma bateria de testes comprobatórios como o teste UV, teste de pressão do acrílico, câmera climática e teste de corrente em stand by.

Utilizando um bom detector de fumaça convencional o cliente pode evitar perdas econômicas na queima de seu patrimônio assim como pode salvar as vidas das pessoas que transitam por sua edificação. Por isso é indispensável o detector de fumaça convencional para sistemas eficientes de combate ao incêndio.

DETECTOR TÉRMICO

São utilizados para monitorar ambientes com presença de materiais, cuja característica no início da combustão é gerar muito calor e pouca fumaça. Também são indicados para ambientes com vapor, gases ou muitas partículas em suspensão, onde os detectores de fumaça estão sujeitos a alarmes indesejáveis.

TIPOS DE DETECTORES PONTUAIS DE TEMPERATURA

TEMPERATURA FIXA:

Instalados em ambientes onde, ao se atingir uma determinada temperatura no sensor, indique seguramente um princípio de incêndio;

TERMOVELOCIMÉTRICO:

Instalados em ambientes cuja rapidez na elevação da temperatura no sensor, indique seguramente um princípio de incêndio.

DETECTORES DE CHAMAS:

São instalados em ambientes onde se deseja detectar o surgimento de uma chama. Sua instalação deve ser executada de forma que seu campo de visão não seja impedido por obstáculos, para assegurar a detecção do foco de incêndio na área por ele protegida. Os detectores de chama devem cobrir a área protegida de forma que não haja pontos encobertos onde uma possível chama possa ser gerada.

RECOMENDADOS NAS SEGUINTES APLICAÇÕES:

  1. a) áreas onde uma chama possa ocorrer rapidamente, tais como hangares, áreas de produção petroquímica, áreas de armazenagem e transferência de materiais inflamáveis, instalações de gás combustível, cabines de pintura ou áreas com solventes inflamáveis;
  2. b) áreas abertas ou semi-abertas onde ventos podem dissipar a fumaça e calor, impedindo a ação dos detectores de fumaça e temperatura.

DETECTORES LINEAR DE TEMPERATURA

Detector utilizado para aplicações localizadas, devendo ser instalado próximo ou em contato direto com o material a ser protegido. O detector linear de temperatura é normalmente utilizado em bandejas de cabos, esteiras rolantes e similares. Para definir comprimento máximo, flexibilidade, resistência mecânica, raio-limite da área de cobertura e características físicas do cabo, deve-se consultar o fabricante.

DETECTOR DE FUMAÇA POR AMOSTRAGEM DE AR

Detector de fumaça por amostragem de ar é composto por um dispositivo detector e uma rede de tubos para amostragem de ar.

O detector por amostragem de ar opera de forma ativa, aspirando o ar do ambiente, através de uma tubulação calculada, e fazendo-o passar pela câmara do dispositivo detector. É considerado um detector de alta sensibilidade.

Pela sua arquitetura e sensibilidade, este detector é recomendado para ambientes especiais, com as seguintes características:

  • locais com grande interferência eletromagnética ou de radiofreqüência, desde que o dispositivo detector seja instalado fora do local da interferência;
  • locais onde existam equipamentos ou processos sensíveis à contaminação por fumaça;
  • locais onde é desejado ter um aviso de incêndio em estágio precoce.

Esse tipo de detector torna-se ainda mais eficiente quando monitorado por uma equipe treinada, de forma a realizar uma verificação imediata do local e tomar as providências apropriadas ao estágio em questão, conforme a seguir:

  1. a) detectores por amostragem de ar devem emitir um sinal de falha caso o fluxo de ar saia da faixa definida na especificação documentada do fabricante. Os pontos de amostragem e o filtro de ar, se utilizado, devem ser mantidos limpos conforme instruções documentadas do fabricante;
  2. b) o detector por amostragem de ar deve ser capaz de distinguir partículas de poeira das de fumaça, através de filtro de ar ou circuito eletrônico discriminador de tamanho de partícula;
  3. c) o detector por amostragem de ar deve possuir meios de monitoração do ar ambiente, cujas informações são importantes para programar os níveis de alerta e alarmes;
  4. d) quanto à alimentação elétrica, os detectores por amostragem de ar devem ser alimentados em 24 Vcc, pela fonte da central ou fonte auxiliar.
Marcio Ferreira
Marcio Ferreira

Pesquisador no grupo de pesquisa em segurança contra incêndio Mestres do Fogo
Representante comercial varias empresas internacionais (importador de tecnologia de segurança de Incêndio).
Engenheiro Civil e de Combate a Incêndios - CREA nº 151671823-2
Mestre em Engenharia de Combate a Incêndios, Worcester Polytechnic Institute
Membro internacional da NFPA / SFPE / IAFSS / IAAI
CEO Centro de Projetistas de Combate a Incêndio Fire Masters Academy (Brasil)
CEO Elfire Equipamentos de Segurança (Brasil)
Diretor de Engenharia na Empresa Chamatex (Brasil)
CEO - Elfire Technology LLC (Miami - FL)
Tel: +1 (781) 796-7286

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